Tsss. Telefona telefona.
Farto de telefonar, telefona tu.
@!%&#&....
Anda lá.
*suspiro*
Carro até à zona das Docas, depois caminhada para o espaço Galeria Ícone (para quem não sabe, fica ali perto do restaurante O Pátio). O espaço é mesmo muito pequeno (corrijo: aconchegador), tem um limite de 70 pessoas, serve habitualmente para exposições e pequenos concertos e é relativamente recente sendo que foi inaugurado em Outubro (08). O concerto a que íamos assistir foi promovido pela Lugar Comum (para quem estiver interessado em receber novidades aconselho que se increvam na newsletter, vale a pena).
Encontramos na Simone uma cantora muito simples, tanto na maneira de ser, como de estar ou até vestir, simpática e sinceramente agradecida com a presença de todos que compareceram no espaço (nem que fosse para 'absorvermos' o som que durante o soundcheck se fazia ecoar na galeria vazia :)).
Eu estava sentado junto ao palco, no chão, de pernas cruzadas e mente absolutamente maravilhada .. por 6€ apenas tive das noites mais agradáveis de que me possa lembrar, o espaço era o mais apropriado, a maltinha que lá se encontrava também, não se podia pedir muito mais.
Prova viva que OParaíba lá passou :)
Alguns vídeos do concerto encontram-se aqui

GPS e alguma imaginação, o geocacher esconde uma pequena embalagem nalgum sítio da sua escolha, e partilha as coordenadas on-line. Qualquer pessoa é então convidada a tentar descobrir a geocache, e a deixar a sua marca para todos saberem que por lá passou!
Nem comento.
Já alguma vez foram a um restaurante indiano? E mexicano?
Tem uma vantagem que salta logo à vista: não é preciso fogão! Ou seja, enquanto fazem o arroz ou o que for no campingaz, estão a confeccionar a pasta para acompanhar!
Emily Wantler, 28 anos, troca e-mails com José Cardoso (do Expresso) e conta-nos algumas peripécias do seu dia-a-dia.
No meio do nada. A estação Amundsen-Scott, no Pólo Sul. A cúpula redonda (com 50 metros de largura por 16 metros de altura), foi a base principal de 1975 até 2003, quando foi substituída pela estação elevada (edifícios castanhos sobre pilares), porque a deriva do gelo já quase a tinha submergido. O local habitado mais próximo é a Estação McMurdo, que fica a 1500 kms.Abril 22, 2009 11.19 PM
Olá novamente Emily, cá estou eu de novo. Como é que vais?
Há coisas que são "normais" para vocês, aí, mas que para as pessoas que vivem em sítios "normais", como eu... - seriam completamente esquisitas. Por exemplo, parece que as hemorragias nasais são comuns por aí...
Saúde. Não congeles.
JoséAbril 27, 2009 09:10 AM
Bem-vindo de volta José!
Pois é! A atmosfera seca daqui é terrível. Pele seca, frieiras, lábios rebentados e hemorragias nasais são correntes. Temos de aplicar constantemente creme nas mãos e batom do cieiro. Muitos de nós, se não praticamente todos, usam humidificadores nos quartos, para que o corpo ganhe alguma humidade enquanto dormimos. Outros gostam de ir para a estufa hidropónica, onde a humidade é uma boa loção e uma boa terapia.
Outra coisa "esquisita" por aqui é a electricidade estática: praticamente todas as vezes em que tocamos numa coisa metálica (uma mesa, a maçaneta duma porta, seja o que for), apanhamos um choque. Isto aqui é tão seco (a Antárctida é o continente mais seco do planeta) que a electricidade estática irrompe à medida que caminhamos. Fazer uma cama com roupas de flanela ou de lã é como assistir a uma tempestade de luz: é ver electricidade estática azul a saltar através dos lençóis...
Abraço,
Emily
O artigo on-line foi publicado na Única da semana passada, mas José Cardoso vai manter a correspondência com Emily até Outubro, podem seguir pelo link que dei mais acima : )
Próximo update vai ser amanhã!