Hein?

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Feira de Antiques, Coimbra

Confesso que estava à espera que fosse melhorzita... não pesquei nada, mas até que se viram umas coisas interessantes, e deu pa passear.

Debaixo do sol do meio dia, à caça do disco & outras bugigangas.



Polaroid vintage! Um conceito de fotografia genial... infelizmente descontinuado.


























Voltinha até ao parque comercial de Taveiro, visita obrigatória à Decathlon local. Cantinho para descontrair e falar de assuntos sérios, em cadeiras mesmo confortáveis.

Apanhar o trem de volta à Figueira, que hoje as pernas estão cansadas (e o André levou chinelos.) :D

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Simone White na Galeria Ícone (Coimbra)

A 'noite' começou num fim de tarde (que jogatana de palavras, irra!) onde eu e o Manel (visto que o Sr. Escapista se decidiu cortar à ultima hora....) íamos a caminho de Coimbra, dar uma volta ... ver umas cenas aqui e ali, e fomos ter a casa do Xabi para uma bela pizza (Continente, calidade altíssima) e uma litrada de Coca-Cola :P

Carro até à zona das Docas, depois caminhada para o espaço Galeria Ícone (para quem não sabe, fica ali perto do restaurante O Pátio). O espaço é mesmo muito pequeno (corrijo: aconchegador), tem um limite de 70 pessoas, serve habitualmente para exposições e pequenos concertos e é relativamente recente sendo que foi inaugurado em Outubro (08). O concerto a que íamos assistir foi promovido pela Lugar Comum (para quem estiver interessado em receber novidades aconselho que se increvam na newsletter, vale a pena).





Encontramos na Simone uma cantora muito simples, tanto na maneira de ser, como de estar ou até vestir, simpática e sinceramente agradecida com a presença de todos que compareceram no espaço (nem que fosse para 'absorvermos' o som que durante o soundcheck se fazia ecoar na galeria vazia :)).




Eu estava sentado junto ao palco, no chão, de pernas cruzadas e mente absolutamente maravilhada .. por 6€ apenas tive das noites mais agradáveis de que me possa lembrar, o espaço era o mais apropriado, a maltinha que lá se encontrava também, não se podia pedir muito mais.

--edit--


Prova viva que OParaíba lá passou :)

Alguns vídeos do concerto encontram-se aqui


Simone White Official Page

Simone White MySpace







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Trilhando Buarcos

Hoje depois de um bem almoçado kebab/submarino, a equipa Pés Inquietos pôs-se a caminho do que seria a sua primeira caçada às geocaches.

Os alvos eram 2 ou 3 caches na àrea de Buarcos. Armados de GPS, notebook e bússola (abençoada pelo espírito de St. Louis), fomos até à primeira:



uma fonte antiga (de 1829!) em Buarcos, que foi recentemente desenterrada. Fonte essa que tinha um passado rico em festas populares e ranchos e afins. Sítio ideal para dar a conhecer ao pessoal, e portanto, ideal para ter uma geocache.





Inicialmente enganados pelo software malicioso do GPS, e também por desconhecermos por completo a localização da dita, andámos mais do que devíamos, mas acabámos por chegar lá. Não é propriamente "bonita" ou bem arranjada, ou sequer limpa, mas é de facto uma curiosidade.
Descoberta a cache e feito o log, seguimos para a próxima...






... que nos mostrava a já muito familiar muralha de Buarcos, mais precisamente junto à capela de Nª.Srª. da Conceição. Aqui fomos acometidos de aselhice aguda e, acho eu, excesso de confiança no GPS. Toda a zona indicada pelas coordenadas estava em obras de remodelação, pelo que em vez de procurar como manda a sapatilha, concluímos que a cache devia estar desactivada. Tá malee.. mal cheguei a casa e li os logs de pessoal que já lá tinha passado, percebi que tínhamos andado mesmo em cima dela, e completamente desapercebidos :P Bom, fica para outra ocasião.





A terceira e última fez-nos subir pelas ruelas de Buarcos até ao topo, ao que resta do antigo castelo, mais propriamente da Torre dos Redondos, que dantes vigiava toda a área circundante. Também é um sítio familiar, e também pede uma cache bem escondida. Lá estava ela, facilmente econtrada através das dicas. Foi só esperar que os muggles que deambulavam dispersassem, logar, e descer do monte.



Muito boa actividade para descobrir curiosidadezitas sobre a terra que, de outra forma, passavam completamente ao lado. Nota... para a próxima ligar menos ao GPS!

Até lá *
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Foto Épica #1 - I r in the walz

Rua no Porto.
Spoted pelo Paraíba, capturada pelo Escapista.
Unedited.
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Geocaching

Há algo de muito apelativo em encontrar coisas. Procurar e encontrar. Seguir os passos num mapa até à cruz vermelha gigante e encontrar um pote de ouro no final. Esse género de coisas :P

Trago-vos o conceito de "Geocaching". Uma espécie de caça-ao-tesouro moderna: usando um
GPS e alguma imaginação, o geocacher esconde uma pequena embalagem nalgum sítio da sua escolha, e partilha as coordenadas on-line. Qualquer pessoa é então convidada a tentar descobrir a geocache, e a deixar a sua marca para todos saberem que por lá passou!

Por norma a cache é escondida perto de algum ponto de interesse: pode ser um monumento, um sítio de espetacular beleza, outro local qualquer interessante.
Procurem as geocaches perto de vocês aqui. É surpreendente o número de pessoas que aderiu ao conceito! O mais provável é existirem várias caches próximas... comecem pelas mais fáceis :P

Bom, o primeiro passo é descobrir mais sobre o assunto, investiguem o site oficial www.geocaching.com e registem-se! Tem uma série de recursos úteis na secção "Getting Started".

O único senão é mesmo o GPS! É imprescindível... a melhor solução é mesmo converter alguém que tenha um ao geocaching :)

Ah! A minha primeira cache:(só consegui com uma ajuda do owner...)

Boas cachadas!
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Escapadela #1

Viva! Bem sei que temos negligenciado o blog, mas não se preocupem ... blog silencioso geralmente significa pés muitoo inquietos.

Quarta-feira

Aproveitámos o combo feriados + fim-de-semana para
uma trip prolongada a Aveiro, ao poiso do nosso amigo Manel. Partimos quarta-feira de manhã, depois de abastecer de água e comida para o caminho. Eu e a Vanessa, equipadíssimos c/ alforges e saco-cama, o Paraíba numa Jane Doe (não foi na Matilde, coitada, chumbou no checkup...) e o Manel na sua Catalina ,)

Seguimos ao príncipio debaixo de chuviscos, mas a maior parte do percurso (de ~70km) foi feita a uma temperatura óptima para pedalar, sem vento, e em estrada plana. Não sei o que podíamos ter pedido mais! Inúmeros ciclistas aos grupinhos passaram por nós, curiosamente sempre em sentido contrário... acho que também estavam a aproveitar o feriado. Um pouco depois de passar a metade do percurso, já no concelho de Vagos (terrinha chamada Calvão) e com fomeca, uma cortada à esquerda na "Travessa 109" levou-nos praticamente para dentro do quintal de alguém, onde a cortesia popular nos assegurou meio garrafão de água para cozinhar e reabastecer! Fica aqui um obrigado à senhora da Travessa 109 *

Restabelecidos depois de uma BELA refeição de massa e queijo lançámo-nos no troço final até Aveiro. Não sei porquê ou como, mas esse resto de caminho passou mesmo rápido: contando com a paragem para almoço levámos cerca de 4h30min até casa do Manel. Facto que nos fez inchar de orgulho nos restantes dias :P

Chegados ao destino, toca de conhecer os housemates, deixar a bagagem e... sair para pedalar mais! Uma volta por Aveiro com o Manel a servir de guia deixou-nos a conhecer os pontos chave da cidade.


Quinta-feira

De manhã corremos as lojas de desporto (aka Decathlon) à cata de material que andava a faltar. Almofadas para os selins, câmaras de ar, alforges para o Manel .. saímos de carteiras mais leves.

À tarde fomos até à costa. Barra, maior farol da Península Ibérica, marginal cheia de gente a curtir o feriado e o solzito.. bom passeio. Pernas doridas? Nunca! :DÀ noite ainda ameaçámos uma ida de urbano ao Porto, acabámos por não ir, mas decidimos ver a apresentação do projecto Foge Foge Bandido do Manuel Cruz, no Teatro Sá da Bandeira, no dia seguinte.

Sexta-feira

Urbano, a caminho do Porto, dou comigo a pensar que nunca fui em estado tão miserável ver um concerto. Calças sujas de óleo da bicicleta e uma nódoa feia de azeite das pizzas da noite anterior, t-shirt com buracos e uns laivos de sangria aqui e ali (não me façam explicar...). Chegámos cedo, antes do almoço, e deambulámos por Santa Catarina feitos turistas consumistas. Almoço aqui, vamos agora por ali, trilhámos um caminho em busca das lojas de discos que nos levou até à Rua de Cedofeita. Depois desta sessão de diggin' à la Manel seguimos para os Jardins do Palácio de Cristal.

E, supresa, tropeçámos numa espécie de festa hippie. Música descontraída ao vivo, malta a dançar ou a chillar na relva... maravilha.
Siga ver o Foge Foge. Ah espera..! Primeiro um burguerzito no Tropical. Pronto, vamos lá agora.

Primeira vez que entrei no Sá da Bandeira. Lugares sentados, sala com um aspecto antiquado, mas bonita. No palco estão cerca de 3059476 instrumentos. Minto. Mas contavam-se às dezenas de certeza. Só tive pena que não começasse a horas... o que fez com que tivéssemos que sair mais cedo para apanhar o último comboio para Aveiro, perdendo as últimas do Bandido. Mas valeu à mesma.

Sábado

"Wakey wakey, rise and shine"... tempo de arrumar, comer qualquer coisa e arranjar uns alforges para o Paraíba. Placa: "Figueira da Foz 60km"
Desta vez almoço no pinhal denso à beira da estrada, quase acabámos com as reservas de água para fazer... isto:Nem comento.
"Almoçámos" um resto de fofinhos do minipreço e umas bolachas. Chegou :P
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Ao Vento do Som #1 Iggy Pop - The Passenger

Este novo capítulo do blog vai servir para partilharmos musicas que captam o espírito da viagem .. que nos possam incentivar a conhecer novos sítios, a ir mais longe .. músicas que nos dão vontade de voltar à estrada, fazer a mala e partir .. seja para onde for! Ou simplesmente nos ajudam a seguir em frente .. a pedalar mais um bocado, na busca de algo novo .. na busca de uma história, de uma sensação. Quem sabe onde estas musicas vos levam :)

Aos poucos vamos criar um álbum que nos acompanhará na nossa viagem e, esperemos, vamos contar com a colaboração do Sr. Manuel Guerra .. alguém entendido no assunto (dizem...). As músicas estarão aqui disponíveis para ouvir e fazer o download, njoy *



Iggy Pop é o senhor que vos trago hoje, começou a sua carreira com os The Stooges em 1969, tendo saído ao fim de 5 anos para iniciar a sua carreira a solo. O seu ultimo álbum tem o nome de Préliminaires e saiu a 25 de Maio deste ano.


A música que vos trago hoje é a mais conhecida dele ... chama-se 'The Passenger' e fala-vos um pouco sobre o que eu vos dizia mais em cima - I see the stars come out of the sky - sensações :)




" I am the passenger
And I ride and I ride
I ride through the citys backside
I see the stars come out of the sky
Yeah, they're bright in a hollow sky
You know it looks so good tonight "

" And everything was made for you and me
All of it was made for you and me
cause it just belongs to you and me
So lets take a ride and see whats mine "









Iggy Pop - The Passenger
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"Dood tou cheio de fome, vamos parar."

Muitas vezes dou comigo a pensar na viagem que nos propusemos a fazer, várias dificuldades que possam surgir e tal... vocês sabem, sonhar acordado :P
Bom, uma delas prende-se com uma questão muito prática. O que vamos comer? Quando? E onde?
Vamos andar com uma mini-cozinha às costas, mas a prática de cozinhar ao ar livre, em cima do joelho e sem a despensa da mãe à mão de semear não é muita. Como quem diz, nenhuma...

Então resolvi pôr-me à busca de conhecimento que pudesse ser útil. E encontrei um "livro de receitas" com uma ideia original, e mais, testada!
Teve-a um moço que planeava uma viagem de mota pela Índia.


Já alguma vez foram a um restaurante indiano? E mexicano?
Bom, se foram devem saber que eles têm umas comidas muito características.
Entre elas, vários tipos de "pastas" (por falta de melhor termo, sinceramente não sei o que lhes hei de chamar. Em inglês: chutneys) que acompanham batatas fritas, arroz, etc. Umas picantes, outras doces, muito variadas.

Este moço compilou numa página uma série de mini-receitas, todas com a mesma "base", e (aparentemente) fáceis de fazer. O resultado? Várias destas pastas para acompanhar o que quiserem. Eu recomendo aquelas batatas fritas de milho.

Tem uma vantagem que salta logo à vista: não é preciso fogão! Ou seja, enquanto fazem o arroz ou o que for no campingaz, estão a confeccionar a pasta para acompanhar!
Menos tempo a cozinhar = mais a pedalar :P

Prometo experimentar e postar aqui os resultados... se sobreviver. Se alguém quiser experimentar depois não se esqueçam de vir aqui trazer o feedback ;)

Descaradamente roubado de: One Page Cookbooks
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Bem vindos ao frigorífico.

Meio do Pólo-Sul, continente da Antárctida. Média de 60 graus negativos durante o Inverno que dura 6 meses, de Fevereiro a Outubro. Sempre de noite...

Branco, tudo coberto de gelo até onde a vista alcança... Tudo? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gau- *cof* aventureiros, resiste ainda e sempre ao frio, à noite, ao deserto!
E a vida não é fácil aqui no meio do gelo.


Emily Wantler, 28 anos, troca e-mails com José Cardoso (do Expresso) e conta-nos algumas peripécias do seu dia-a-dia.
Faz parte de uma equipa de 43 elementos, várias nacionalidades, "presos" até Outubro na estação Amundsen-Scott - cientistas, engenheiros, técnicos, cozinheiros - uma verdadeira mini-aldeia.





No meio do nada. A estação Amundsen-Scott, no Pólo Sul. A cúpula redonda (com 50 metros de largura por 16 metros de altura), foi a base principal de 1975 até 2003, quando foi substituída pela estação elevada (edifícios castanhos sobre pilares), porque a deriva do gelo já quase a tinha submergido. O local habitado mais próximo é a Estação McMurdo, que fica a 1500 kms.
Cortesia de Scott Jackson


A conversa que têm mantido desde Abril pode ser vista
em http://expresso.pt/emily, deixo-vos aqui um trecho:

Abril 22, 2009 11.19 PM

Olá novamente Emily, cá estou eu de novo. Como é que vais?

Há coisas que são "normais" para vocês, aí, mas que para as pessoas que vivem em sítios "normais", como eu... - seriam completamente esquisitas. Por exemplo, parece que as hemorragias nasais são comuns por aí...

Saúde. Não congeles.
José

Abril 27, 2009 09:10 AM

Bem-vindo de volta José!

Pois é! A atmosfera seca daqui é terrível. Pele seca, frieiras, lábios rebentados e hemorragias nasais são correntes. Temos de aplicar constantemente creme nas mãos e batom do cieiro. Muitos de nós, se não praticamente todos, usam humidificadores nos quartos, para que o corpo ganhe alguma humidade enquanto dormimos. Outros gostam de ir para a estufa hidropónica, onde a humidade é uma boa loção e uma boa terapia.

Outra coisa "esquisita" por aqui é a electricidade estática: praticamente todas as vezes em que tocamos numa coisa metálica (uma mesa, a maçaneta duma porta, seja o que for), apanhamos um choque. Isto aqui é tão seco (a Antárctida é o continente mais seco do planeta) que a electricidade estática irrompe à medida que caminhamos. Fazer uma cama com roupas de flanela ou de lã é como assistir a uma tempestade de luz: é ver electricidade estática azul a saltar através dos lençóis...

Abraço,
Emily

O artigo on-line foi publicado na Única da semana passada, mas José Cardoso vai manter a correspondência com Emily até Outubro, podem seguir pelo link que dei mais acima : )

Próximo update vai ser amanhã!



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